Redução do volume gástrico por endoscopia, sem cortes externos, com segurança e acompanhamento especializado.
A gastroplastia endoscópica é um procedimento minimamente invasivo realizado por endoscopia, com o objetivo de reduzir o volume interno do estômago e favorecer maior saciedade com menor quantidade de alimento.
Indicada para pacientes selecionados com excesso de peso ou obesidade, pode ser uma alternativa à cirurgia bariátrica convencional, com recuperação mais rápida e seguimento multidisciplinar durante todo o processo.
Dr. Sérgio é mestre em medicina, cirurgião e o pioneiro da gastroplastia endoscópica no Brasil.
• Responsável por introduzir a técnica no país em 2017
• Professor da técnica, com atuação nacional e internacional
• Já capacitou dezenas de médicos e acompanhou milhares de pacientes com sucesso
• Referência em congressos e publicações científicas sobre emagrecimento endoscópico
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• Um dos pioneiros da gastroplastia endoscópica e do balão intragástrico no Brasil
• Participante ativo do desenvolvimento e implementação dessas técnicas no país
• Referência na formação de médicos e difusão da abordagem minimamente invasiva
• Médico Gastroenterologista e Cirurgião Geral
• Especialista em Endoscopia Digestiva pelo Hospital das Clínicas da USP
• Mestre em Medicina pela Faculdade de Medicina do ABC
Formado como cirurgião, o Dr. Sérgio construiu uma carreira focada em técnicas não cirúrgicas para emagrecimento. Tornou-se referência internacional em endoscopia bariátrica e já ajudou milhares de pacientes a transformarem suas vidas com segurança e ciência.
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A gastroplastia endoscópica é um procedimento realizado por endoscopia, sem cortes externos, com o objetivo de reduzir o volume interno do estômago por meio de suturas. Essa redução pode favorecer maior saciedade com menor quantidade de alimento, desde que o paciente siga acompanhamento médico, nutricional e comportamental adequado.
Não. A gastroplastia endoscópica não é uma cirurgia bariátrica convencional, como o Sleeve ou o Bypass. Ela é realizada por via endoscópica, pela boca, sem incisões na pele. Apesar de ser menos invasiva, continua sendo um procedimento médico especializado e exige avaliação individual, preparo e seguimento pós-procedimento.
O Sleeve e o Bypass são cirurgias bariátricas realizadas por via cirúrgica, com alterações anatômicas mais amplas no sistema digestivo. A gastroplastia endoscópica é feita por endoscopia e busca reduzir o volume do estômago sem cortes externos. A escolha entre essas opções depende do IMC, das comorbidades, do histórico de tratamento, dos exames e dos objetivos do paciente.
Não existe uma resposta única sem avaliação médica. Em geral, a gastroplastia endoscópica pode ser considerada para pacientes com excesso de peso ou obesidade, especialmente quando o tratamento clínico isolado não foi suficiente ou quando o paciente busca uma alternativa menos invasiva à cirurgia bariátrica. O IMC, as doenças associadas, o histórico de perda e reganho de peso e os exames precisam ser avaliados em consulta.
A perda de peso varia de paciente para paciente. Ela depende de fatores como IMC inicial, metabolismo, adesão alimentar, atividade física, acompanhamento nutricional, comportamento alimentar e seguimento médico. O mais correto é definir metas individualizadas e realistas durante a avaliação médica, evitando promessas fixas de resultado.
A gastroplastia endoscópica pode produzir uma redução relevante do volume gástrico, mas o tratamento da obesidade exige acompanhamento contínuo. O peso corporal é influenciado por fatores metabólicos, hormonais, comportamentais e ambientais. Por isso, o procedimento deve ser entendido como parte de uma estratégia de longo prazo, não como uma solução isolada.
Pode ser uma possibilidade em pacientes selecionados. O reganho após a interrupção de medicamentos como tirzepatida ou semaglutida pode acontecer, especialmente quando não há uma estratégia estruturada de manutenção. A gastroplastia endoscópica pode ser avaliada como uma alternativa ou complemento em alguns casos, mas a indicação depende de consulta médica, exames, histórico de tratamento e avaliação do padrão de reganho.
A ESG, ou Endoscopic Sleeve Gastroplasty, pode ser considerada em determinados pacientes que usaram medicamentos como tirzepatida ou semaglutida e tiveram platô, reganho de peso ou dificuldade de manutenção. A decisão não deve ser automática. É necessário entender por que houve reganho, qual foi a resposta ao medicamento, quais são os hábitos atuais e se há indicação anatômica e clínica para o procedimento.
O intervalo ideal deve ser definido pelo médico. Ele depende do medicamento usado, da dose, do tempo de tratamento, dos sintomas gastrointestinais, da condição clínica e dos exames pré-procedimento. Em alguns casos, pode ser necessário suspender medicações antes da endoscopia ou ajustar o preparo para reduzir riscos. Essa orientação deve ser individualizada.
O balão intragástrico é um dispositivo temporário colocado dentro do estômago para ocupar espaço e auxiliar na saciedade. A gastroplastia endoscópica não utiliza um balão; ela reduz o volume gástrico por meio de suturas internas feitas por endoscopia. São abordagens diferentes, com indicações, duração, objetivos e perfis de paciente distintos.
Em alguns casos, sim. Pacientes que tiveram reganho após cirurgia bariátrica precisam ser avaliados para entender a causa: comportamento alimentar, alterações hormonais, dilatação anatômica, perda de seguimento ou outros fatores. Dependendo da anatomia e do tipo de cirurgia prévia, procedimentos endoscópicos podem fazer parte da estratégia de tratamento. A indicação deve ser feita após avaliação especializada.
A recuperação costuma ser mais rápida do que em cirurgias convencionais, pois não há cortes externos. Ainda assim, o paciente precisa seguir uma dieta progressiva, usar medicações quando indicadas e manter acompanhamento com equipe médica e nutricional. O retorno às atividades varia conforme a evolução individual e as orientações dadas após o procedimento.
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